Menu
tera, 31 de maro de 2020
BANNER ANNA
Busca
POLONIO IMÓVEIS

No Centro-Oeste, 62% acham que educação melhorou nos útlimos anos

O resultado no Centro-Oeste destoa do resto do País. O Sudeste registrou o maior percentual de avaliações negativas

1 Mar 2011 - 08h41Por Campo Grande News

O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgou hoje um estudo apontando para quase metade (48,7%) dos brasileiros a educação no país melhorou. Os dados indicam, porém, que para a percepção os 51,7% dos entrevistados, a percepção sobre o ensino no País é negativa: dos 2.773 entrevistados, 27,3% avaliam que não houve mudanças na qualidade do ensino e quase um quarto (24,2%) acredita que o sistema piorou.

A pesquisa divide os dados por região e o Centro-Oeste é onde foi encontrado o maior índice de opiniões favoráveis sobre a melhoria do ensino no País: 62,9% dos entrevistados responderam que a oferta melhorou na educação. Em Mato Grosso do Sul, que forma o Centro-Oeste junto com Mato Grosso e Goiás, além do Distrito Federal, os índices da educação tem tido evoluções positivas nos últimos anos, o que pode ajudar a explicar as opinições positivas.

Conforme os dados do Ipe, dos 37,1% restante dos entrevistados no Centro-Oeste, as opiniões se dividiram em percentuais muito semelhantes: 18,2% responderam que a educação continua igual e 18,8% avaliam que está pior. Os dados são do Sips (Sistemas de Indicadores de Percepção Social), desenvolvido pelo Ipea para captar a opinião da população sobre políticas e serviços públicos em diversas áreas.

O resultado no Centro-Oeste destoa do resto do País. O Sudeste registrou o maior percentual de avaliações negativas: 36,1% acreditam que a educação piorou, enquanto no Nordeste esse grupo representa 14% da população. De acordo com o Ipea, o maior índice de percepção de melhoria nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e no Norte, e o menor índice no Sul e no Sudeste “podem ser uma evidência de que foram ampliados os investimentos nas três primeiras regiões, já que é justamente lá onde se encontram os piores indicadores educacionais do país”.

A percepção sobre a qualidade da educação também varia de acordo com a renda e a escolaridade dos entrevistados. Para 35,4% dos que têm nível superior completo ou pós-graduação, a educação piorou. No grupo daqueles que estudaram só até os últimos anos do ensino fundamental (5ª a 8ª série ou 6º a 9º ano), apenas 21,4% têm a mesma opinião.

Merenda - No Sul e no Centro-Oeste, mais de 70% dos entrevistados disseram que a qualidade da merenda é boa. Já nortistas e nordestinos: 52,6% e 53,6%, respectivamente, consideraram “pouca” ou “muito pouca” a quantidade de comida ofertada.

No Sul do país, esse percentual é inferior a 15%. Na média nacional, a maioria (67%) avalia como suficiente a quantidade servida nas escolas.

Classes-Entre os que ganham de dez a 20 salários mínimos, verificou-se o maior percentual de respostas negativas: 34,2% acreditam que o ensino está pior. Na população com renda mensal de até dois salários mínimos, 19,3% têm essa percepção.

Deixe seu Comentário

Leia Também

Homenagem
Ministro da Saúde publica homenagem a amigo encontrado morto em MS
FLAGRANTE
Dois traficantes de Maracaju são presos em Dourados; eles estavam em uma moto com placa de Bonito
BODOQUENA
Homem apanha por não comprar televisão furtada, em Bodoquena
Capturada
Polícia Militar Ambiental de Coxim captura capivara no centro da cidade
ECONOMIA
Saiba se você tem direito ao auxílio de R$ 600 mensais
FLAGRANTE
Homem e uma mulher grávida são presos após furtar mercearia
COVID-19
Justiça concede prisão domiciliar ao ex-deputado federal Edson Giroto
CALOR
CALOR CONTINUA: dia promete ser quente e sem previsão de chuva, em Bonito
CORONAVÍRUS NO MS
Novo decreto proíbe roda de tereré e narguilé em cidade de MS
BONITO - MS - CONTINUA TUDO COMO ESTÁ
BONITO: Em nova reunião, vai continua comércio fechado, toque de recolher e entrada de turistas