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BONITO AGUAS DE BONITO JUNHO

Concursos oferecem mais de 37 mil vagas em todo o país

2 Set 2013 - 07h30Por Correio do Estado

Em agosto de 2012, Daice da Silva, 26, fazia inscrição em mais um dos diversos concursos públicos que já realizou. Alguns meses depois, ela tomava posse como técnica administrativa, um cargo de nível médio, no Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama). A aprovação não significou ponto final em sua “carreira” de concurseira, mas um ponto e vírgula muito bem-vindo. O salário aumentou 72%, de R$ 1,8 mil, que recebia em uma empresa privada, para os atuais R$ 3,1 mil.

A aprovação de Daice se deve, em parte, à experiência que acumulou nas provas anteriores. Mas também resulta do planejamento e dedicação, características importantes para quem pretende disputar uma das quase 37,5 mil vagas ofertadas, atualmente, em todo o País.

“Perdi as contas”, admite Daice ao falar sobre a quantidade de concursos que já prestou. Ela estima que foram, aproximadamente, 15 – a média é de seis por ano ou um a cada dois meses. Ela se formou em Direito em 2011 e, antes disso, fizera duas provas de nível médio. A propósito, a escolha desse curso superior se insere na estratégia de Daice como concurseira.

Para alguns concursos, ela se dedicou bastante; para outros, não muito. Em alguns, foi aprovada; em outros, não. Em todo o caso, foi adquirindo experiência, que lhe rendeu, no ano passado, o quinto lugar em uma seleção com 18 vagas e disputada por quase 7 mil candidatos. Tornou-se funcionária do Ibama, com salário de R$ 3,1 mil.

“Para esse concurso, eu me sentia bem preparada”, conta. Ela estudou durante dois meses de modo intenso. O primeiro passo foi reduzir a carga de trabalho para aumentar o tempo destinado aos estudos. Daice saiu de um emprego e ficou meio período realizando algumas atividades na área de Direito.

As tardes eram bem produtivas. “Estudava cerca de cinco horas por dia, com um ou dois intervalos rápidos. Preferia estudar sozinha”, lembra-se. Daice fazia estudo direcionado, dedicando-se a duas disciplinas por dia e realizando exercícios de provas aos fins das tardes. Ela afirma que o ideal é estudar durante a manhã e/ou à tarde, mas não à noite, quando o cansaço é maior. “A pessoa pode fazer um cursinho noturno. Vai servir para complementar o estudo e para tirar dúvidas com os professores. Agora, só o cursinho não basta”, orienta.

Daice também diz ser importante conhecer as particularidades das bancas examinadoras. Na prova do Ibama que realizou, a banca era o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe), a mais temida pelos concurseiros. Nas avaliações dessa banca, cada resposta errada elimina uma certa. “Eu não respondia as que não sabia. Das 120 questões, deixei 35 em branco e respondi 85”, afirma. Daice acertou 76 respostas e conseguiu a quinta colocação.

A rotina de concurseira não foi abandonada. Daice pretende seguir estudando e, em três anos, no máximo, tomar posse em outro concurso, o do Ministério Público da União (MPU). “É minha meta”, finaliza. 

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