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LESÃO CORPORAL

Bebê sofre queimaduras de 2º grau após receber compressa em hospital

29 Jun 2017 - 07h11Por Campo Grande News

Bebê de quatro meses sofreu queimaduras de 2º grau em um dos pés e em parte da perna, durante um atendimento no Hospital Infantil São Lucas, em Campo Grande. A queimadura teria sido provocada por uma compressa quente, feita de maneira incorreta por enfermeira da unidade.

De acordo com o boletim de ocorrência, a mãe da criança, de 24 anos, contou que procurou o hospital por volta das 13h desta terça-feira (27), porque o filho estava vomitando e com outros sintomas.

Na unidade, primeiramente, a criança teria sido atendida pelo médico Atalla Mnayarji, que receitou um remédio via oral ao bebê e disse que, caso a mãe não conseguisse ministrar o medicamento, poderia voltar ao hospital para que fosse ministrado por meio de injeções na veia.

Como não conseguiu fazer com que o filho ingerisse o medicamento, a mãe disse aos policiais que voltou ao hospital por volta das 18h40, quando foi atendida por uma enfermeira chamada Carmen. A mãe disse que a mulher não conseguiu encontrar a veia da criança e chamou outra enfermeira, chamada Milena.

Após três tentativas frustradas, as enfermeiras teriam desistido do procedimento, quando a enfermeira Milena, segundo a mãe, pegou uma luva com água morna e colocou no pé da criança, que começou a chorar.

Vendo o desespero do filho, a mãe disse que pediu que o procedimento fosse interrompido e ao olhar o pé da criança, percebeu que havia queimaduras. A mãe disse que a enfermeira apenas pediu desculpas e chamou a médica Thaís Martins Severino, que orientou as enfermeiras a aplicarem o remédio de outra forma.

Diante do ocorrido, a mãe disse que pediu que o incidente fosse inserido no prontuário da criança e exigiu uma cópia do documento. Mas, segundo a mulher, o hospital negou a cópia e apenas permitiu que ela fotografasse o papel.

A mãe procurou a polícia hoje e o caso foi registrado como lesão corporal, na Depca (Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente).

O jornal entrou em contato com o hospital Infantil São Lucas, por telefone, e a informação de um funcionário foi de que o diretor da unidade, que é quem está autorizado a conceder entrevistas, não estava.

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