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Bonito, 17 de Outubro de 2017
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29 de Junho de 2017 07h11

Bebê sofre queimaduras de 2º grau após receber compressa em hospital

Campo Grande News
DivulgaçãoDivulgação

Bebê de quatro meses sofreu queimaduras de 2º grau em um dos pés e em parte da perna, durante um atendimento no Hospital Infantil São Lucas, em Campo Grande. A queimadura teria sido provocada por uma compressa quente, feita de maneira incorreta por enfermeira da unidade.

De acordo com o boletim de ocorrência, a mãe da criança, de 24 anos, contou que procurou o hospital por volta das 13h desta terça-feira (27), porque o filho estava vomitando e com outros sintomas.

Na unidade, primeiramente, a criança teria sido atendida pelo médico Atalla Mnayarji, que receitou um remédio via oral ao bebê e disse que, caso a mãe não conseguisse ministrar o medicamento, poderia voltar ao hospital para que fosse ministrado por meio de injeções na veia.

Como não conseguiu fazer com que o filho ingerisse o medicamento, a mãe disse aos policiais que voltou ao hospital por volta das 18h40, quando foi atendida por uma enfermeira chamada Carmen. A mãe disse que a mulher não conseguiu encontrar a veia da criança e chamou outra enfermeira, chamada Milena.

Após três tentativas frustradas, as enfermeiras teriam desistido do procedimento, quando a enfermeira Milena, segundo a mãe, pegou uma luva com água morna e colocou no pé da criança, que começou a chorar.

Vendo o desespero do filho, a mãe disse que pediu que o procedimento fosse interrompido e ao olhar o pé da criança, percebeu que havia queimaduras. A mãe disse que a enfermeira apenas pediu desculpas e chamou a médica Thaís Martins Severino, que orientou as enfermeiras a aplicarem o remédio de outra forma.

Diante do ocorrido, a mãe disse que pediu que o incidente fosse inserido no prontuário da criança e exigiu uma cópia do documento. Mas, segundo a mulher, o hospital negou a cópia e apenas permitiu que ela fotografasse o papel.

A mãe procurou a polícia hoje e o caso foi registrado como lesão corporal, na Depca (Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente).

O jornal entrou em contato com o hospital Infantil São Lucas, por telefone, e a informação de um funcionário foi de que o diretor da unidade, que é quem está autorizado a conceder entrevistas, não estava.

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