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BONITO AGUAS DE BONITO JUNHO
Alexander de Almeida

'Rei do camarote' foi indiciado por agressões a filha e mulher em SP

12 Nov 2013 - 09h33Por G1

O empresário Alexander Augusto de Almeida, de 39 anos, que ficou conhecido como "rei do camarote", foi citado duas vezes na polícia como suspeito de agressão, uma contra a filha adolescente e outra contra sua então mulher, de acordo com boletins de ocorrência registrados na 5ª Delegacia de Defesa da Mulher, na Zona Leste da capital paulista, em 2008 e 2011. Os dois casos acabaram arquivados, segundo policiais civis ouvidos.

Alexander ficou conhecido como o “rei do camarote” depois de aparecer na capa da revista “Veja São Paulo” com uma taça de champanhe na mão e afirmação de que gasta até R$ 50 mil por noitada. Um vídeo no YouTube em que o empresário elenca os 10 "mandamentos" de como se dar bem no camarote das baladas teve mais de 5 milhões de visualizações até esta segunda-feira (11).

Após a grande repercussão das declarações, Alexander apagou as páginas que mantinha nas redes sociais e não concedeu mais entrevistas. A veracidade da reportagem foi contestada por muitos internautas, que suspeitaram que a história seria uma ação publicitária. Em resposta, a "Veja São Paulo" publicou em seu site um texto em que reafirma as informações publicadas na revista.

O G1 apurou que o empresário é proprietário da Organização e Assessoria em Despachos 3A Ltda., registrada em 4 de abril de 2010 na Junta Comercial de São Paulo. A empresa realiza serviços relativos a documentação de veículos. Nos registros policiais, ele é descrito como despachante, com o 2º grau de instrução, olhos castanhos claros, calvície parcial, 1,80 metro, e forte.

O empresário não esteve em nenhuma das delegacias em que foi acusado. Chegou a ser indiciado, ou seja, apontado formalmente como suspeito, por lesão corporal, violência doméstica, ameaça e injúria. Mas, segundo investigadores, apesar dessas acusações, o empresário não teria respondido pelos crimes na Justiça porque as denunciantes que alegaram ter sido agredidas não fizeram nenhuma representação contra ele.

Em resumo: seis meses era o prazo legal para que fosse feita a queixa-crime para instaurar um inquérito policial e investigar o suspeito. Esse tempo já expirou. Os boletins, no entanto, continuam na delegacia para segurança das supostas agredidas.

Se o caso tivesse acontecido depois de fevereiro de 2012, a interpretação poderia ter sido diferente. Na ocasião, o Supremo Tribunal Federal decidiu que o Ministério Público pode denunciar o agressor nos casos de violência doméstica, mesmo que a mulher não apresente queixa contra quem a agrediu. A norma original da Lei Maria da Penha, sancionada em 2006, diz que o agressor só era processado se a mulher apresentasse a queixa formal.

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