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Policial

Gêmeos e professor são presos tentando fraudar concurso da Polícia Civil

21 Out 2013 - 08h28Por SEJUSP/MS

Com o objetivo de ingressar na segurança pública de Mato Grosso do Sul, a qualquer custo, os irmãos gêmeos Thiago Feliciano Rodrigues, 27 anos e Diogo Feliciano Rodrigues, 27 anos, resolveram tentar burlar a segurança e a lei, contratando o professor de ensino fundamental Waldemir Ribeiro Acosta, 35 anos para passar a eles os gabaritos das provas do concurso de investigador da Polícia Civil, realizadas neste domingo (20). 

Segundo a delegada Ariene Nazareth Murad de Souza Cury, titular da DEDFAZ (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Defraudações), a fraude foi descoberta já no concurso para soldado da Polícia Militar, realizado no domingo passado, dia 13 de outubro. “O Thiago foi flagrado com a carcaça de um telefone celular, sem a capa protetora da bateria, acoplado ao braço, por baixo da camisa e foi eliminado do concurso e o telefone apreendido”, diz Ariene. 

Após a eliminação do candidato uma mensagem de texto com o gabarito da prova de soldado chegou no celular, estopim para a instauração de um inquérito policial contra o acusado e seu comparsa, até então desconhecido. “Iniciamos as investigações e cruzando dados verificamos que Thiago e o irmão gêmeo Diogo estavam inscritos também no concurso da Polícia Civil”. 

Hoje os irmãos foram flagrados durante as provas, pela Polícia Civil novamente de posse de telefones celulares, o que é expressamente proibido, contra a lei e o regulamento do concurso. “Os dois foram presos e autuados em flagrante. Durante o interrogatório os gêmeos confessaram que contrataram por R$ 500 o professor Waldemir para realizar as provas nas duas primeiras horas, saindo da sala com o caderno de provas, para passar aos acusados o gabarito com todas as respostas”, explica a delegada. 

Os irmãos foram detidos na Uniderp da avenida Ceará, já o professor Waldemir em casa, no bairro Vila Progresso. Dos três presos apenas Thiago tinha passagem na polícia por lesão corporal dolosa.  A lei prevê fiança para o crime de utilizar ou divulgar, indevidamente, com o fim de beneficiar a si ou a outrem, ou comprometer a credibilidade do certame conteúdo sigiloso de concurso público. A delegada Ariene arbitrou a cada um dos acusados o valor de 5 salários mínimos, para que possam responder ao processo em liberdade. Até o momento nenhum deles recolheu o valor.

A delegada Ariene explica que a tentativa de fraude não prejudica o concurso, já que foi descoberta antes e as providências legais tomadas, com a prisão dos acusados.

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