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Policial

GARRAS prende acusados de tentar explodir caixas eletrônicos na Capital

22 Out 2013 - 08h45Por SEJUSP/MS

Foram presos pelo GARRAS (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros) Claudenir Martins de Oliveira, 31 anos e Jaqueson Tales Martins Borges, 26, acusados de tentar explodir dois caixas eletrônicos de uma agência bancária localizada na avenida Eduardo Elias Zahran, em Campo Grande (MS) em 23 de junho deste ano. 

De acordo com o GARRAS os acusados que serão apresentados a imprensa durante entrevista coletiva que acontece amanhã, às 9 horas da manhã, colocaram explosivos nos caixas eletrônicos, mas por causa do frio eles não detonaram e especialistas da unidade foram chamados para desarmar os explosivos, que foram encaminhados para o Instituto de Criminalística, onde foram periciados. 

Imagens do circuito interno de câmeras da agência bancária solicitadas pela Polícia Civil, mostram a ação de cinco homens, sendo que quatro adentraram ao banco e um fica do lado de fora da agência em um veículo Gol, cor branca, furtado na noite anterior na Capital. O carro foi encontrado abandonado logo em seguida próximo ao estádio Morenão. 

No dia 30 de agosto Claudemir e Jaqueson foram presos em flagrante após roubar uma mulher em frente a uma agência bancária da avenida Mascarenhas de Moraes. Perícias realizadas no Gol constataram a existência de impressões digitais de Claudemir no veículo. 

Jaqueson que após a prisão foi encaminhado para presídio da Capital, foi levado para o GARRAS, onde prestou esclarecimentos e acabou confessando a autoria do roubo do veículo e apontou Claudenir como Comparsa. Jaqueson negou porém, a participação na tentativa de roubo aos caixas eletrônicos, mas disse que tinha conhecimento do planejamento e execução do crime. 

Todos os detalhes do roubo do Gol e da tentativa de explosão dos caixas eletrônicos foram repassados ao GARRAS por Claudenir durante interrogatório. Ele ainda disse à polícia que o restante da quadrilha é de São Paulo e que os explosivos e armas utilizados na ação foram trazidos daquele Estado. 

“O Claudenir alegou que o comparsa dele, especialista em explosivos disse que a baixa temperatura registrada naquele dia, afetou o funcionamento dos artefatos, motivo pelo qual não explodiram e pelo perigo da detonação foram abandonados dentro dos terminais bancários”, explica o Dr. Alberto Vieira Rossi, delegado titular do GARRAS. 

Maiores informações sobre a ação e os assaltantes serão repassadas a imprensa durante a entrevista coletiva a ser realizada na sede do GARRAS, na avenida Ministro João Arinos, número 4.300 – Jardim Flamboyant, em Campo Grande às 9 horas da manhã.

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