Menu
BANNER ANNA
quinta, 20 de fevereiro de 2020
Busca
TRAGÉDIA NA FAMILIA

Discussão em família: PM mata namorada, primo e comete suicídio

Discussão em família: PM mata namorada, primo e comete suicídio

8 Set 2018 - 10h52Por REDEMASSA

Uma desavença de família terminou com três pessoas mortas. Um policial militar atirou contra duas pessoas e se matou em seguida, na noite de sexta-feira (7), em Colombo.

Os envolvidos estavam em uma casa na rua Darwin, bairro Atuba. De acordo com as primeiras informações, o PM Willian Moreira de Almeida, de 29 anos, se desentendeu com seu primo. Durante a briga, ele teria atirado contra o rapaz, mas acertou a cabeça de sua namorada, que tentava separar os dois.

Após atirar contra a cabeça da mulher, ele atirou contra a cabeça de seu primo e então contra a própria cabeça.

O primo do policial morreu no local. Almeida foi socorrido e levado ao Hospital Evangélico e morreu durante a madrugada de sábado (8). A namorada do policial também morreu após dar entrada no Hospital Cajuru.

A Polícia Militar ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso.

Deixe seu Comentário

Leia Também

MUITA CHUVA
Forte chuva alaga ruas e deixa família em situação critica no bairro (VÍDEOS)
TRÁFICO DE DROGAS
Maconha "rastreada por GPS” é apreendida entre Ponta Porã e Dourados
Fátima do Sul
Mulher é encontrada morta a marteladas e namorado é principal suspeito
BONITO - MS - POLÍCIA
Veículos furtados com agrotóxicos e cigarros contrabandeados são apreendidos em Bonito (MS)
MIRANDA E CARACOL NA MIRA
Miranda e Caracol serão alvos de fiscalização do CGU sobre aplicação de recursos federais
CASO DE POLÍCIA
Após brigar com esposa, homem ateia fogo na casa e tem 75% do corpo queimado
Policial
Criança de 3 anos é encontrada sozinha, chorando, trancada em casa escura
Assassinato em Dourados
Morto por policial em padaria cumpria pena por homicídio
DOURADOS - POLÍCIA
Policial aposentado mata homem que tentou assaltar filho com faca em Dourados
OPERAÇÃO LUZ NA INFÂNCIA
Homem preso em Bonito durante operação contra pedofilia é professor e tem 60 anos