Menu
quarta, 2 de dezembro de 2020
Busca
OKA_BONITO_ABRIL

Falta de mão de obra qualificada prejudica 69% das empresas

6 Abr 2011 - 12h58Por Folha.com

A falta de mão de obra qualificada afeta 69% das empresas, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).

Para mais da metade (52%) das empresas do setor industrial consultadas, a má qualidade da educação básica é uma das principais dificuldades para qualificar esses funcionários.

"É um problema que atinge a indústria como um todo, dificultando o aumento de produtividade e a qualidade do produto", afirma o gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca.

Embora todas as áreas e categorias profissionais sejam atingidas por esse gargalo, a área de produção, principalmente operadores e técnicos, é a mais prejudicada.

A sondagem da entidade entrevistou executivos de 1.616 empresas entre os dias 3 e 26 de janeiro. Entre as empresas ouvidas, 931 são pequenas, 464 médias e 221 grandes.

CONSTRUÇÃO CIVIL

Outra pesquisa, dessa vez a cargo da Fundação Getúlio Vargas, já havia detectado os problemas de formação profissional da mão de obra nacional.

O trabalho da FGV mostrou que somente 17,8% dos trabalhadores ocupados na construção civil freqüentaram curso de educação profissional.

De 16 setores analisados na pesquisa, os com maior proporção de pessoas formadas em cursos de educação profissional são: automobilístico (45,71%), finanças (38,17%), petróleo e gás (37,34%). Já os com menor proporção são agronegócio (7%), outros (13,54%) e construção civil (17,8%).

Ao se levar em conta os níveis de formação (qualificação profissional, curso técnico e graduação tecnológica), a construção civil aparece em 14º lugar no ranking relativo à qualificação profissional e também na 14ª posição no referente a cursos técnicos. E aparece em 13º lugar se considerado o nível de graduação tecnológica. No total, são 16 setores avaliados.

Um dos principais temas de reflexão é que, apesar do aumento da escolaridade e dos salários no setor, há maior escassez de mão de obra na construção civil.

Por não empregar mulheres e jovens, os segmentos mais escolarizados da população, a tendência é de acirramento do apagão de mão de obra qualificada, segundo o estudo. A opção dos jovens ocupados é por trabalhos menos braçais. Dos 29 milhões de jovens ocupados, apenas 2 milhões trabalham no setor da construção civil.

Deixe seu Comentário

Leia Também

Vítima estava em uma Honda Biz e bateu em um caminhão na avenida. - Crédito: Repórter Top FATALIDADE NO TRÂNSITO
Militar da aeronáutica morre em acidente entre moto e caminhão em Campo Grande
noticiasconcursos.com.br confirmado auxilio emergencial com valor medio de r688 veja auxilio medio 688 AUXÍLIO EMERGENCIAL
Auxílio emergencial é confirmado com valor médio de R$ 688; veja como e quem recebe
MARACAJU - AÇÃO DO DOF
Veículo capotado com mais 500 quilos de maconha na região de Maracaju
JARDIM - AÇÕES DO GOVERNO DE MS
Agehab lança edital de licitação para construção de bases do Lote Urbanizado em Jardim
PRORROGADO
Deputado Barbosinha articula com governo e consegue prorrogar validade do concurso da Agepen
AÇÕES DO GOVERNO DE MS
Em Brasília, Reinaldo Azambuja pede criação do FCO do Pantanal
AÇÕES DO GOVERNO DE MS
Defesa Civil Nacional vistoria regiões do Pantanal onde Estado construirá 15 pontes de concreto
LEILÃO NO DETRAN/MS
Leilão de 479 sucatas aproveitáveis começa hoje pelo Detran, veja como participar
BONITO 21K
Bonito 21K acontece neste final de semana com protocolos de padrão internacional
VALORIZAÇÃO
Com 13º integral pela primeira vez, professora da REE agradece pela valorização dos convocados em MS