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12 de Maio de 2011 09h18

Vereador de Manaus chama união homoafetiva de ditadura gay

Folha.com

O vice-presidente da Câmara Municipal de Manaus, vereador Marcel Alexandre da Silva (PMDB), disse nesta terça-feira que "não aceita essa ditadura gay" ao repercutir no plenário da casa a decisão do STF que reconheceu a relação homoafetiva como uma família.

"Sou contra isso. Vou estar lutando pela família, pela família natural, que é a instituída por Deus. Respeitamos a opção sexual de cada um, mas não aceito essa ditadura gay na sociedade", afirmou o parlamentar, que é líder da bancada evangélica e faz parte da igreja Ministério Internacional da Restauração.

O vereador Alexandre da Silva afirmou, conforme nota publicada no site da Câmara, que a decisão do STF não foi democrática porque a população não foi ouvida. "Ninguém pode esconder o espanto que as pessoas tomam diante de cenas como homossexuais trocando carinhos como se fosse um comportamento normal", disse o parlamentar.

Silva ingressou na Câmara em 2009 com 11.061 votos. Teólogo, ele conclamou os parlamentares da Câmara Federal a votar contra o projeto que prevê a criminalização da homofobia. "Espero que os parlamentares digam não à PL 122, em respeito à legítima família. A sociedade manauara está estarrecida com essa pouca vergonha, com esse passo que a nação está dando. Isso é uma imposição", afirmou.

Vereadores reagiram às declarações de Marcel Alexandre da Silva. Lúcia Antony (PC do B) disse que os homossexuais têm direito de viver em harmonia na sociedade, sem qualquer rótulo. Homero de Miranda Leão (PHS) disse que as declarações do parlamentar são "xenofóbicas e homofóbicas". "É uma verdadeira cruzada contra os homossexuais", afirmou.

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