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Taxa de desemprego tem alta pelo 2º mês seguido, diz IBGE

24 Mar 2011 - 12h22Por Folha.com

A taxa de desemprego em fevereiro registrou leve alta e subiu para 6,4% na comparação com o mês anterior, atingindo o maior patamar desde agosto do ano passado, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em janeiro, a taxa havia sido de 6,1%.

Este é o segundo aumento seguido na taxa. Mesmo assim, o resultado do desemprego no mês passado representa a menor taxa apurada para um mês de fevereiro desde o início da série histórica iniciada em março de 2002. Em fevereiro do ano passado, a taxa de desemprego era de 7,4%.

Para o IBGE, o avanço da taxa na passagem de janeiro para fevereiro é considerado estatisticamente estável. Tradicionalmente, o desemprego sobe nos primeiros meses do ano com a dispensa de trabalhadores temporários e com a retomada da procura por vagas após as festas de fim de ano.

O IBGE mede a situação do mercado de trabalho nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre a partir de um levantamento domiciliar com informações do próprio morador.

O contingente de desempregados chegou a 1,5 milhão de pessoas, o que significa uma alta de 6% em relação a janeiro. Na comparação com fevereiro de 2010, o total de pessoas em busca de emprego caiu 12,4%.

A construção civil foi a única atividade a registrar um aumento estatisticamente significativo na ocupação em fevereiro na comparação com o mês anterior, com alta de 4,1%, o equivalente a mais 66 mil vagas.

RENDIMENTO

Em fevereiro, o rendimento do trabalhador caiu 0,5% em relação a janeiro e somou R$ 1.540,30. A massa de rendimento médio real, que representa o somatório do rendimento de todas as pessoas ocupadas, teve queda de 0,5% em relação a janeiro.

Os resultados divulgados hoje pelo IBGE mostram ainda um aumento da formalização. O número de trabalhadores com carteira assinada chegou a 10,7 milhões, com alta de 1,8% em relação a janeiro.

A tendência de aumento da formalização já havia sido apontada pelos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado pelo Ministério do Trabalho na semana passada. O número de empregados formais bateu recorde para um mês de fevereiro com 280.799 postos.

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou na ocasião que os resultados indicam que o mercado de trabalho não será afetado pelas medidas adotadas pelo governo para frear o crescimento econômico e controlar a inflação. Entre os economistas ainda há divergências em relação ao impacto da desaceleração da economia sobre o mercado de trabalho nos próximos meses.

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