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25 de maio de 2011 17h01

Santos revive hoje duelo que deu pontapé para sua recuperação

Folha.com

São 41 dias desde a última vez que Santos e Cerro Porteño se encontraram, em Assunção, na penúltima rodada da fase de grupos da Libertadores da América.

Hoje, as duas equipes se reencontram no Pacaembu, às 21h50, para a primeira partida das semifinais da Libertadores. E com o Santos em posição mais confortável.

"Aquele foi nosso divisor de águas", afirmou o meia Danilo, autor do primeiro gol santista em Assunção. "A partir dali iniciamos nossa sequência de vitórias."

Daquele jogo, em 14 de abril, em diante, o Santos não perdeu mais. Na Libertadores, derrubou América-MEX e Once Caldas para alcançar as semifinais. No Paulista, bateu Ponte Preta, São Paulo e Corinthians para ser bicampeão estadual.

Uma derrota teria sido desastrosa, pois eliminaria a equipe que investiu pesado para conquistar o maior objetivo dos clubes brasileiros no primeiro semestre.

Era só o segundo jogo de Muricy Ramalho no banco santista, e o time foi a Assunção com problemas sérios. Neymar e Elano, maiores salários do elenco, recebem cerca de R$ 500 mil cada um, suspensos, nem viajaram, assim como Zé Love.

Mas Danilo e Maikon Leite marcaram os dois gols que deram a vitória e o fôlego necessário para a competição. "A arrancada começou lá", declarou o goleiro Rafael.

"Mas agora é outra história", enfatizou o técnico Muricy, que conta com a confiança adquirida pelo time no intervalo entre os confrontos.

"Nós mudamos muito, jogamos bem melhor", disse.

Ele, porém, lembra que o Cerro Porteño também ganhou moral na reta final da Libertadores. Chegaram aos mata-matas em virada heroica sobre o Colo-Colo, no Chile, por 3 a 2, depois de assistirem ao rival abrir 2 a 0.

Depois, derrubaram o Estudiantes, tetracampeão continental, e o Jaguares.

"Eles têm uma equipe muito boa, que cresceu no decorrer do campeonato", avisou o atacante Neymar.

"Temos que ficar atentos à bola parada, porque eles trabalham isso muito bem", completou o Muricy.

"Aqueles dois jogos [da fase de grupos] a gente pode tomar como um parâmetro, mas agora é diferente, é semifinal", disse Rafael.

A série invicta e de recuperação do Santos teve início com a chegada de Muricy, mas o técnico prefere fugir dos holofotes sobre si.

"Acho que o time é dos artistas, dos jogadores", disse. "Eu prefiro que falem dos atletas, não gosto de ficar aparecendo. Quanto mais discreto o técnico, melhor. São os jogadores que fazem a diferença", disse Muricy.

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