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Relatório não confirma morte de cacique em ataque, diz Polícia Federal

Filho de Cacique pode ser indiciado por mentira

22 Dez 2011 - 10h38Por G 1

 Polícia Federal (PF) apresentou nesta quarta-feira (21) relatório da investigação sobre o ataque a um acampamento indígena da etnia guarany-kaiwá em Mato Grosso do Sul ocorrido em 18 de novembro. De acordo com a PF, laudos da perícia e investigação apontam que o cacique Nísio Gomes, desaparecido desde o ataque, pode estar vivo.

O G1 entrou em contato com o coordenador do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), em Mato Grosso do Sul, Flávio Machado. Ele diz estar surpreso com o relatório apresentado pela Polícia Federal sobre o caso. Machado afirma que confia no depoimento dos indígenas e na hipótese da morte do cacique.

O coordenador regional da Fundação Nacional do Índio (Funai) Sílvio Raimundo da Silva disse que viajará a Ponta Porã na manhã de quinta-feira (22) para acompanhar de perto a investigação. Ele disse que vai se posicionar sobre o relatório apresentado pela PF somente amanhã.

Em entrevista ao G1, o superintendente em exercício da Polícia Federal Rodrigo Andrade Oliveira explicou alguns fatores que contribuíram para a suspeita da polícia. Segundo ele, foi realizado no dia 14 de dezembro, em Brasília, o saque de um benefício social que o cacique recebe. “Esse saque só poderia ser feito por ele ou por alguém que tivesse a senha”.

A Polícia Federal teve acesso ao vídeo da câmera de segurança do estabelecimento comercial onde o dinheiro foi retirado. Segundo Oliveira, as imagens não estavam nítidas e a pessoa que fez o saque não foi identificada. A transação é investigada pela PF.

Ainda de acordo com o Oliveira, outros fatores que contribuíram para a suspeita da PF foram o sangue encontrado nas cápsulas das balas de borracha, que segundo a perícia pertencem a Gomes, além de contradições no depoimento do filho do cacique, que era a principal testemunha do ataque.

Por enquanto, de acordo com o superintendente em exercício, o foco das investigações continua sendo o paradeiro do indígena.

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