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Produtores de cana terão até R$ 1 milhão de crédito para plantar, ampliar ou renovar

31 Mai 2011 - 17h06Por Agência Brasil

Os secretários de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, José Carlos Vaz, e o adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, detalharam hoje (31) as principais novidades para o setor, que entram em vigor no dia 1º de julho, quando tem início a safra 2011/2012, beneficiando especificamente os setores sucroalcooleiro, de produção de suco de laranja e pecuário.  

Tentando diminuir o problema da escassez de etanol, o governo vai incentivar o plantio, ampliação ou renovação das lavouras de cana. Para isso, o novo Plano Agrícola e Pecuário terá ampliado, de R$ 200 mil para R$ 1 milhão o limite de crédito para esse fim. Bittencourt informou que os recursos para a renovação da lavoura serão limitados a 20% da área já em produção. Como a linha terá validade para as próximas quatro safras, o produtor poderá renovar até 80% do canavial nesse período, com taxa de juros de 6,75% ao ano e cinco anos para pagar, incluindo 18 meses de carência.

Bittencourt disse que a linha é focada em produtores independentes, devendo atender principalmente os médios, e não para usinas, que produzem cerca de 70% da cana brasileira.  

Com o objetivo de estimular a compra de reprodutores e matrizes bovinas ou bubalinas, o governo está criando uma linha de crédito de até R$ 750 mil por pecuarista. E, finalmente, fechando os três setores destacados pelo ministro da Agricultura, Wagner Rossi, será aberta linha especial de crédito para a laranja, com limite de R$ 30 milhões por agroindústria.  

Além disso, para simplificar as operações e dar incentivos próximos a diversos produtos, foi fixado em R$ 650 mil o limite de crédito único para todas as culturas e atividades. Para algumas, o limite ia decrescendo, chegando a ser de R$ 200 mil. “Fazia com que o crédito se concentrasse mais em soja e milho, e o controle era quase impossível de ser feito”, disse Bittencourt.

A intenção do governo é “dar uma certa igualdade entre aqueles produtos que tinham certa prioridade no passado, por serem commodities [produtos básicos com cotação internacional] de exportação, e os produtos voltados mais diretamente ao consumo interno”, afirmou Rossi na semana passada, sem detalhar os valores.  

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