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PPS afirma em reunião que deverá ter 12 candidatos a prefeito em MS, e inclui Bonito

25 Jul 2011 - 10h34Por Bonito Informa/Assessoria

O PPS deverá lançar pelo menos 12 candidaturas próprias em todo o Estado, para disputar as prefeituras municipais, e quer fortalecer a legenda nas eleições de 2012 já pensando na sucessão estadual em 2014 e nas vagas de deputados federais, estaduais e senadores. A afirmação foi feita neste sábado (23/07) pelo presidente do Diretório Regional do partido em Mato Grosso do Sul, vereador Athayde Nery, pré-candidato a prefeito pelo PPS em Campo Grande, durante a Reunião Ampliada do partido realizada no plenário Edroim Reverdito (plenarinho), da Câmara Municipal.

Nas últimas eleições, o PPS conseguiu eleger dois prefeitos em Mato Grosso do Sul, que administram as prefeituras de Ribas do Rio Pardo e Rio Verde, e uma vice-prefeita, em Rio Brilhante. “Agora queremos dobrar este número”, afirma Athayde. A meta do partido, que vem fortalecendo suas bases em todas as regiões, com o aumento no número de filiados e a implantação de comissões provisórias para a constituição de novos diretórios e executivas municipais, onde o partido não conta com esta estrutura, é garantir a eleição de pelo menos 5 prefeitos em todo o Estado, ampliando também o número de vereadores que poderá chegar a 60.

“Estamos nos organizando já pensando em 2014”, destaca Athayde, “mas sem deixar de se preocupar com o nosso projeto de governo para as próximas eleições”. Além de Campo Grande, onde a pré-candidatura do vereador foi lançada durante a última reunião do Diretório Municipal, o PPS já tem pré-candidatos também em Água Clara, Ribas do Rio Pardo, Paranaíba, Bonito, Ponta Porã, Aparecida do Taboado, Corumbá, Amambaí e Sidrolândia. Além desses municípios, também já estão confirmados os nomes de alguns pré-candidatos a vereador em outros municípios do Estado.

Alianças

Sobre a possibilidade de alianças para disputar a sucessão municipal e também as eleições de 2014, Athayde Nery destacou durante o encontro que a proposta do PPS é de manter candidatura própria. “Não vamos abrir mão de nosso projeto”, ressalta o vereador. Porém, ele não descarta que possa haver alianças num provável segundo turno, assim como nas disputas para as vagas estaduais. “Temos conversado com o PV, o PT, o PMDB, PSDB e PDT”, ressalta o pré-candidato.

Reunião Ampliada e Congressos

A Reunião Ampliada do PPS durou mais de 4 horas. Durante o evento, que reuniu pré-candidatos, presidentes de diretórios municipais e lideranças do partido de vários municípios, foram discutidos, além das eleições de 2012 e 2014, temas envolvendo o Governo Dilma, a Reforma Política, a realização dos congressos municipais, estadual e nacional do PPS, e o projeto “Pé na Estrada” que traça os rumos do partido para os próximos anos.

Em relação ao governo da Presidenta Dilma Roussef, a avaliação foi bastante crítica. O presidente do Diretório Regional do PPS, Athayde Nery, que discorreu sobre o tema, lembrou que o governo, em 6 meses, já passou por muitas turbulências, como o afastamento de Antonio Palocci e mais recentemente a desestruturação e as demissões ocorridas no Ministério do Transporte, por denúncias de corrupção e enriquecimento ilícito. “O balanço desse primeiro semestre, podemos dizer, é bastante negativo e nos remete a uma avaliação de ordem moral”, enfatizou Athayde. O vereador também não poupou críticas ao ex-presidente Luis Inácio (Lula) da Silva, que na sua avaliação estabeleceu um governo baseado no personalismo (o lulismo), sobrepondo o Estado Brasileiro. “Durante o governo do PT os movimentos sociais foram cooptados e alinhados com os projetos do partido”, disse Athayde.

O vereador foi seguido em suas críticas pela diretora da Funsat, Luiza Ribeiro e pelo vereador do PPS, em Dourados, Walter Hora. Em seu pronunciamento, o vereador Douradense rechaçou a forma como foram utilizados os programas de governo, como o Bolsa Família e Alimentação que, na sua avaliação, contribuíram em muito para criar o comodismo e acabar com a criatividade das pessoas em buscar seu próprio sustento. Walter Hora também comparou o uso de alguns desses programas ao antigo voto de curral. “O voto de curral acabou, mas temos agora o cartão eletrônico”, disse ele.

Outro tema discutido durante a Reunião do PPS e que fomentou muitos debates foi a Reforma Política, em votação no Congresso Nacional, e as propostas de financiamento público de campanhas, fidelidade partidária e as candidaturas avulsas. Na avaliação da diretora da Funsat, Luiza Ribeiro, o financiamento público de campanhas “afasta a promiscuidade eleitoral que existe hoje e que permite o uso do poder econômico nas campanhas”.

O PPS deverá realizar convenções municipais, em todo Estado, de 15 de agosto a 24 de outubro. A Convenção Municipal do partido em Campo Grande já está confirmada para 23 de outubro. O Congresso Estadual deverá acontecer dia 5 de novembro e a expectativa do Diretório Regional é de reunir mais de 300 delegados, que serão escolhidos durante as convenções municipais. Do Congresso Estadual, devem sair os delegados para o Congresso Nacional do partido que estará acontecendo dias 9, 10 e 11 de dezembro, em São Paulo, com o tema “Unir a Esquerda Democrática para Mudar o Brasil”.

Prefeito elogia trabalho de pepessitas

Durante a Reunião Ampliada do PPS, o prefeito Nelson Trad, que participava na Câmara da solenidade de posse dos conselheiros tutelares, interrompeu o encontro para cumprimentar o vereador Athayde Nery e os demais integrantes do partido, aproveitando para fazer elogios ao trabalho dos pepessitas em sua administração. “O PPS é um partido companheiro de destino e não de baldeação”, disse o prefeito, garantindo que tem orgulho de ter a legenda em sua administração. “Foi o PPS que nos ajudou a definir o plano de Governo para 2004 e 2005”, lembrou Nelson Trad.

O prefeito elogiou o trabalho dos integrantes do PPS à frente da Funsat, com Luiza Ribeiro, e na Fundac, com Roberto Figueiredo. “Campo Grande é hoje campeã na geração de empregos”, destacou Trad, “e o PPS tem acertado muito com a gente”.

Sobre a candidatura de Athayde Nery para disputar a prefeitura da capital em 2012, Trad ressaltou que a candidatura própria é legítima e pediu apenas que o vereador e lider do PPS na Câmara, “nos ajude a construir um caminho bastante acertado”.

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