Menu
ITALÍNEA DOURADOS
quinta, 16 de agosto de 2018
KAGIVA
Busca

Polícia Federal apreende armas com Tonho da Onça e Beatriz Rondon

29 Jul 2011 - 15h04Por Campo Grande News

Armas foram apreendidas nos mandatos de busca e apreensão executados hoje por policiais federais de Corumbá na fase complementar da Operação Jaguar 2, referente à caça ilegal de animais silvestres, especialmente, a onça-pintada.

Uma das armas foi encontrada em outra fazenda da pecuarista Beatriz Rondon, também no município de Aquidauana. Ela foi encaminhada à superintendência da PF em Campo Grande.

Outra arma foi encontrada em Rondonópolis (MT) com o Tonho da Onça, principal protagonista da Jaguar I.

Segundo informações do delegado da Federal em Corumbá, Alexandre do Nascimento, as ações de hoje têm por objetivo arrecadar novas provas e apreensão de materiais.

“A Polícia Federal pediu a prisão de envolvidos, mas a Justiça entendeu que não há justificativa para as prisões. Pela nova legislação boa parte dos pedidos de prisão cabe fiança”, explica o delegado.

Nesta sexta, os federais cumprem seis mandados de busca e apreensão: dois em Corumbá, um em Campo Grande, dois em Aquidauana e um em Rondonópolis (MT).

Participam das ações de hoje pelo menos 25 policiais federais, dois policiais militares ambientais e quatro servidores do Ibama. Segundo informações da Federal, os mandados foram expedidos pela 5ª Vara Federal de Campo Grande.

O caso - A Jaguar 2, cuja as investigações já duram mais de um ano, foi desencadeada em 5 de maio para desarticular quadrilha que promovia safáris.

Na ocasião, foram apreendidos dois crânios de onça, três metros e meio de couro de sucuri e 12 galhadas de cervo, além de armas. Até uma mala confeccionada com couro de onça foi encontrada.

A operação é desdobramento da Jaguar I, desencadeada no ano passado. As investigações começaram a partir de um vídeo, enviado por um americano à Polícia Federal, que mostra um safári turístico na fazenda Santa Sofia, em Aquidauana, a 150 quilômetros de Campo Grande.

O vídeo era utilizado como uma espécie de propaganda da caçada ilegal, que custava de 30 a 40 mil dólares por safári, com direito a passagem, alimentação, translado, hospedagem. O prêmio era o que o caçador conseguisse abater.

As imagens que circularam em todo País são chocantes. Mostram um dos caçadores atirando contra uma onça que estava no alto de uma árvore. Após o disparo, o animal despenca e, ao solo, é cercado por cães. Num dos trechos, Beatriz Rondon afirma que se tratava de uma fêmea muito bonita, mas que estava matando os gados de sua fazenda. 

Deixe seu Comentário

Leia Também

BONITO - MS - ATENÇÃO MÃES
Dia 'D' contra poliomielite e sarampo será neste sábado em Bonito (MS)
BONITO - MS - NAS ESTRADA VICINAIS
Agesul e prefeitura recuperam 120 Km de estradas vicinais em Bonito (MS)
BONITO - MS
Incêndio de grandes proporções destrói imóvel do Instituto Internacional Visão de Vida de Bonito
ELEIÇOES 2018 NO ESTADO
Renúncia de Chaves abre crise e tensão na campanha de Odilon
COMPORTAMENTO
Colégio Militar pula página com foto de gays para não falar de homossexualidade
CULTURA
Aniversário de 100 anos da Morada dos Baís terá concerto, espetáculo e memórias
ESPORTE
Lutador de MS é convocado para Mundial em outubro na Turquia
POLÍTICA
Com fim da hegemonia da TV, internet pode ser decisiva nestas eleições
POLÍTICA
TSE registra mais de 23 mil candidatos às eleições de outubro
MEIO AMBIENTE - JARDIM E BONITO
A condenação do rio da Prata, essencial para a biodiversidade em Jardim e Bonito (MS)