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Pela oitava semana seguida, analistas reduzem estimativa de inflação oficial este ano

27 Jun 2011 - 16h14Por Agência Brasil

A estimativa de analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) para a inflação oficial neste ano caiu pela oitava semana consecutiva. A projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 6,18% para 6,16%, segundo o boletim Focus, divulgado todas as segundas-feiras.

Apesar da queda, a estimativa está acima do centro da meta de inflação de 4,5%. Para o BC, essa meta só deve convergir para o centro em 2012, diferentemente dos analistas que esperam o IPCA em 5,15% no próximo ano. Mas essa projeção caiu 0,3 ponto percentual em relação ao boletim da semana passada.

A meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC, tem margem de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 6,5%.

Quando considera que a economia está muito aquecida, com trajetória de inflação em alta, o BC eleva a taxa básica de juros, a Selic. Na avaliação dos analistas, essa taxa deve encerrar 2011 em 12,50% ao ano, o mesmo patamar previsto anteriormente. Atualmente, a Selic está em 12,25% ao ano. Para o fim de 2012, a projeção subiu de 12,25% para 12,50% ao ano.

A pesquisa semanal do BC também traz projeções para outros índices de inflação. A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), neste ano, caiu de 5,83% para 5,71%. Para 2012, a estimativa passou de 4,80% para 4,79%.

A estimativa para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), neste ano, passou de 6,05% para 5,97%. No caso do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), neste ano, a estimativa também caiu, de 6,28% para 6,16%. Para 2012, a projeção para esses dois índices continua em 5%.

A estimativa dos analistas para os preços administrados subiu de 5% para 5,10%, em 2011, e permaneceu em 4,50%, no próximo ano. Os preços administrados são aqueles cobrados por serviços monitorados, como combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento e transporte urbano coletivo.

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