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Inep quer mudar cálculo da nota das escolas no Enem

19 Ago 2011 - 08h14Por Folha.com

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) apresentou ao MEC (Ministério da Educação) a proposta de mudar o cálculo que determina a nota das escolas no Enem, passando a considerar o número de alunos por instituição.

A intenção é evitar a distorção que o atual método cria. Como o exame não é obrigatório, as escolas podem pedir que apenas os melhores alunos façam a prova, o que faz com que a instituição de ensino tenha uma média mais alta do que teria se todos os seus alunos fazem o Enem.

Pelo novo cálculo, ainda não detalhado pelo Inep, a nota da escola seria proporcional ao número de alunos participantes, evitando que as escolas conseguissem inflar suas notas ao selecionar os melhores para fazer o exame.

A proposta espera aprovação do ministro Fernando Haddad e, se aceita, passa a valer na divulgação dos resultados da edição deste ano.

De acordo com a assessoria de imprensa do MEC, a pasta tem a preocupação de que "o Enem seja usado apenas para avaliar os alunos e que não seja usado de forma publicitária".

CUSTOS

O Enem 2011 custará, no total, R$ 238,5 milhões, e tem 5,3 milhões de participantes inscritos em todo o país, segundo o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), órgão do Ministério da Educação responsável pela prova. O custo por aluno, portanto, será de R$ 45,00.

De acordo com o Inep, o valor é cerca de metade do custo de inscrição na maioria dos vestibulares do Brasil. A taxa de inscrição para o Enem foi de R$ 35 neste ano. As inscrições já estão encerradas e a prova ocorre nos dias 22 e 23 de outubro.

PREJUÍZO

Neste mês, a Advocacia-Geral da União entrou com uma ação no Judiciário pedindo ressarcimento do prejuízo que o MEC teve na aplicação do Enem 2009.

Quando a prova vazou, R$ 38 milhões já haviam sido pagos ao consórcio responsável pela aplicação do exame, o Connasel. Hoje o valor atualizado do prejuízo é de cerca de R$ 46 milhões.

Às vésperas do Enem 2009, a prova foi roubada. A fraude foi revelada pelo jornal "O Estado de S.Paulo". Anteontem, a Procuradoria divulgou que quatro dos cinco acusados de participar do crime foram condenados.

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