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Indústria da construção civil projeta crescimento de 5% para 2012

Para o próximo ano, o segmento deve movimentar algo em torno de R$ 1,75 bilhão em Mato Grosso do Sul

20 Dez 2011 - 10h37Por Campograndenews

As indústrias da construção civil estimam para 2012 um crescimento de até 5% sobre o faturamento de R$ 1,67 bilhão obtido neste ano de 2011, representando algo em torno de R$ 1,75 bilhão, segundo projeções do Radar Industrial da Fiems. De acordo com o presidente do Sinduscon/MS (Sindicato Intermunicipal da Indústria da Construção do Estado de Mato Grosso do Sul), Amarildo Miranda Melo, o segmento foi o segundo que mais cresceu em 2010 e neste ano a expectativa é de que tenha sido o setor que mais cresceu no Brasil, fechando em torno de 6%.

“Quanto mais pessoas qualificadas tivermos, mais trabalhadores estarão empregados, isto porque as indústrias da construção civil necessitam de mão de obra especializada. Nosso crescimento depende muito desse fator também”, disse Amarildo Melo, referindo-se ao fato de, atualmente, também conforme levantamento do Radar da fiems, o Estado contar com 2.065 indústrias no segmento, que empregam 33.518 trabalhadores.

Ele acrescenta que outro fator que tem brecado um crescimento maior do segmento são os preços. “Os preços estão muito defasados, principalmente no que diz respeito às obras públicas. A burocracia é muito grande, os preços precisam ser revisto e os pagamentos menos demorados”, pontuou.

Quanto aos fatores que contribuíram para o crescimento deste ano, o presidente do Sinduscon/MS destaca a migração das classes D e E para a classe C. “A moradia está mais acessível às classes de baixa renda, isso se deve aos programas do Governo Federal, como, por exemplo, o Minha Casa Minha Vida”, explicou.

Porém, ele garante que ainda é preciso mais incentivo do Governo para investir na construção civil, como condições favoráveis aos trabalhadores e à mão de obra especializada. “A Fiems, por meio do Senai, trabalha junto ao segmento na capacitação de mão de obra na área de eletricista, pintor e pedreiro, mas a nossa demanda é muito grande e ainda não conseguimos suprir 100% desta necessidade”, destacou.

(*) Com informações do Núcleo de Comunicação da Fiems

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