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Incra em Mato Grosso do Sul tem 8 mil processos parados

24 Ago 2011 - 13h43Por Diário MS
O governador do Estado, André Puccinelli, disse ontem em Campo Grande que o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em Mato Grosso do Sul, tem 8 mil processos parados. O chefe do executivo ainda disse que alertou o Governo Federal sobre a necessidade de nomear um novo superintendente para o órgão no Estado, uma das principais reivindicações dos integrantes de movimentos sem-terra que ocupam as sedes do instituto no Estado.
 
A declaração do governador foi feita durante a entrega da obra de reforma da Escola Estadual Nicolau Fragelli, no Bairro São Francisco, e repercutiu por diversos órgãos de imprensa da capital, ainda ontem. O governador disse aos jornalistas que em junho alertou à União da existência de 6 mil, e que hoje já somam 8 mil, processos parados de assentamentos, certificação de propriedades rurais, georreferenciamento, entre outros.
Puccinelli ainda teria lamentado que o vácuo institucional tenha motivado a ocupação das sedes do órgão no Estado, mas disse que não entra no mérito dos motivos que levam à demora para que seja nomeado um novo superintendente regional para o Mato Grosso do Sul. O governador ainda teria dito que o Incra no Estado precisa ser gerido por um “trabalhador”, e não por um “tatu”.

Atualmente, o Incra em MS trabalha com um superintendente interino. Manuel Furtado Neves assumiu o órgão em agosto do ano passado no lugar de Waldir Cipriano Rabelo, preso na Operação Tellus da PF (Polícia Federal). A nomeação de um ‘titular’ para o cargo é uma das exigências dos manifestantes que acamparam nas sedes do órgão no Estado.

OCUPAÇÕES
As sedes do Incra em MS permanecem ocupadas por integrantes do MST (Movimento Sem Terra) e da CUT (Central Única dos Trabalhadores). Em Campo Grande são 300 pessoas. Ontem representantes dos movimentos foram até o MPF (Ministério Público Federal) da capital para protocolar dois documentos.
“Um é com relação à infra-estrutura dos assentamentos, que estão cogitando passar para as prefeituras. A outra é sobre as vistorias. Algumas famílias assentadas foram injustiçadas, elas foram notificadas na condição de compradores de lotes e não são”, disse Juceli dos Santos, coordenador do MST que está em Dourados. Segundo ele, cópias dos documentos também serão entregues à procuradoria no município ainda hoje.
As ocupações das sedes começaram na segunda-feira, dia 22 e já somam pelo menos 300 manifestantes acampados em Dourados. Ontem a manifestação foi marcada por uma plenária realizada a noite na Câmara Municipal, em que os movimentos discutiram a pauta de reivindicações, que é extensa.

INCRA

O superintendente interino do órgão em MS recebeu a pauta com as reivindicações e esperava que os representantes dos movimentos marcassem uma reunião, que não aconteceu, por isso preferiu não comentar as reclamações. De acordo com a assessoria de comunicação do órgão, a maior parte das exigências depende de um posicionamento do instituto em Brasília. As manifestações de sem-terra também ocorrem na capital do país.

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