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Gaddafi tenta provar à ONU que trégua está de pé

19 Mar 2011 - 08h29Por R7

Sob ultimato dos Estados Unidos, da Europa e das nações árabes, Muammar Gaddafi convidou, nesta sexta-feira (18), observadores internacionais a monitorar o cessar-fogo anunciado pelo governo da Líbia, após a ONU ter autorizado ataques ao país para proteger civis. O vice-ministro das Relações Exteriores, Khaled Kaim, negou que forças do regime tenham atacado os arredores da cidade rebelde de Benghazi nas últimas horas.

Kaim convidou Alemanha, China, Malta e Turquia para enviar observadores para monitorar o cessar-fogo. Líderes da oposição acusaram o regime de violar a suspensão das operações, anunciada unilateralmente pelo regime. O porta-voz de Gaddafi disse que “a integridade da Força Aérea da Líbia não está em serviço” nos últimos dias.

O vice-ministro confirmou, no entanto, que “militares líbios estão fora da cidade de Benghazi, mas não têm nenhuma intenção de atacar a cidade”. Nesta quinta-feira, Gaddafi disse na TV que atacaria o reduto da oposição e iria de casa em casa, para perseguir os rebeldes.

Segundo a rede de TV árabe Al Jazeera, forças rebeldes enfrentam o Exército de Gaddafi a apenas 50 km de Benghazi, quartel-general da insurgência no país. Fontes da agência de notícias France Presse relatam sons de explosões e baterias antiaéreas.

Mas o representante do regime disse que o Exército está presente na maioria das cidades líbias para “a segurança da população civil”. Ele tentou explicar que a disposição das tropas não fere o cessar-fogo anunciado unilateralmente pelo regime. A declaração ocorreu horas após o Conselho de Segurança da ONU ter autorizado, nesta quinta-feira (17), a criação de uma zona de exclusão aérea, abrindo caminho para um ataque de forças ocidentais ao regime.

 

Críticas a Sarkozy

Kaim também atacou o presidente da França, Nicolas Sarkozy, dizendo que o líder francês “espalha terror” com suas declarações. A França já reconheceu o governo de transição montado pelos rebeldes e apresentou o novo projeto de sanções na ONU e foi uma das autoras do projeto de sanções aprovado na ONU nesta quinta-feira, nesta quinta-feira.

O vice-ministro disse ainda que a “vida na maioria das cidades é normal”, mas acusou a imprensa estrangeira de espalhar “mentiras sobre os bombardeios”.

- Há uma clara guerra psicológica por parte da mídia e outras instituições para atacar o moral da nação líbia.

Frente contra Gaddafi reúne EUA, Europa e árabes

O discurso do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, defendendo intervenção na Líbia selou nesta sexta-feira (18) uma frente conjunta contra o ditador Muammar Gaddafi. França, Reino Unido e a Liga Árabe se juntam aos americanos no ultimato dado contra o ditador líbio.

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