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Engenheiro eletrônico colombiano cria marcapasso menor que grão de arroz

24 Ago 2011 - 16h00Por Folha.com

O engenheiro eletrônico colombiano Jorge Reynolds, criador do primeiro marcapasso há 53 anos, anunciou o lançamento de um novo dispositivo que mede um terço de um grão de arroz e dispensa bateria.

Reynolds, 75, inventou o primeiro marca-passo artificial externo com eletrodos internos em 1958. O artefato pesava quase 50 quilos e funcionava com uma bateria de automóvel.

O nanomarca-passos, anunciado durante o 4º Salão de Inventores e Alta Tecnologia em Medellín, Colômbia, por sua vez, aproveita a própria energia do coração, quando o órgão se contrai, para funcionar.

Os testes com animais serão feitos em breve e, calcula, a nova versão poderá ser implantada em pessoas dentro de cinco anos.

O engenheiro criador do aparelho destacou também que a outra vantagem será o preço do aparelho, a ser vendido em torno de US$ 1 mil (R$ 1.600), valor muito inferior aos US$ 12 mil (R$ 19 mil) atuais.

Reynolds estudou as freqüências do coração de atletas, paraquedistas e de diferentes animais --entre eles, realizou pesquisas acústicas em baleias jubarte (Megaptera novaeangliae) em águas do oceano Pacífico colombiano.

O dispositivo representa um trabalho de 11 anos do chamado grupo de pesquisa Acompanhamento do Coração Via Satélite, do qual o cientista faz parte e que conta com o apoio do Instituto de Tecnologia de Taiwan, de universidades dos Estados Unidos e de alguns países europeus.

 Jorge Reynolds, criador do primeiro marcapasso há 53 anos, anunciou o lançamento de um novo dispositivo que mede um terço de um grão de arroz e dispensa bateria.

Reynolds, 75, inventou o primeiro marca-passo artificial externo com eletrodos internos em 1958. O artefato pesava quase 50 quilos e funcionava com uma bateria de automóvel.

O nanomarca-passos, anunciado durante o 4º Salão de Inventores e Alta Tecnologia em Medellín, Colômbia, por sua vez, aproveita a própria energia do coração, quando o órgão se contrai, para funcionar.

Os testes com animais serão feitos em breve e, calcula, a nova versão poderá ser implantada em pessoas dentro de cinco anos.

O engenheiro criador do aparelho destacou também que a outra vantagem será o preço do aparelho, a ser vendido em torno de US$ 1 mil (R$ 1.600), valor muito inferior aos US$ 12 mil (R$ 19 mil) atuais.

Reynolds estudou as freqüências do coração de atletas, paraquedistas e de diferentes animais --entre eles, realizou pesquisas acústicas em baleias jubarte (Megaptera novaeangliae) em águas do oceano Pacífico colombiano.

O dispositivo representa um trabalho de 11 anos do chamado grupo de pesquisa Acompanhamento do Coração Via Satélite, do qual o cientista faz parte e que conta com o apoio do Instituto de Tecnologia de Taiwan, de universidades dos Estados Unidos e de alguns países europeus.

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