Menu
mutantes
sexta, 15 de fevereiro de 2019
BONITO_PREFEITURA_FEVEREIRO_2019
Busca
ITALÍNEA DOURADOS

Em novo protesto, ativistas do Greenpeace se acorrentam em prédio de Eike Batista

1 Set 2011 - 07h44Por Jornal do Brasil/Com informações do Greenpeacee

Exigindo o aumento da área de preservação ambiental no arquipélago de Abrolhos, na Bahia, um grupo de 20 militantes ambientais da ONG Greenpeace se acorrentou nas catracas de acesso a uma das empresas do milionário Eike Batista - detentor de dois dos 13 blocos de exploração daquela região.

Vestidos de baleia Jubarte e com máscaras do empresário Eike Batista, os ambientalistas ameaçaram invadir o prédio, mas foram contidos por seguranças. Ainda durante a manifestação, o grupo borrifou óleo nas dependências do prédio e falou sobre a rica biodiversidade marinha da região de Abrolhos, considerada o lar das baleias Jubarte. 

Abrolhos é um arquipélago de cinco ilhas, localizado no litoral sul da Bahia, situado a aproximadamente 72 km da costa de Caravelas. Com uma área total de 913 km², o arquipélago de Abrolhos é constituído da Ilha Santa Bárbara, onde fica o farol e as instalações principais, sob controle da Marinha do Brasil, a Ilha Siriba, a Ilha Redonda e mais duas outras ilhas nas quais o desembarque é proibido, a Ilha Sueste e a Ilha Guarita.

Em julho deste ano, quando lançou a campanha, o Greenpeace enviou para a Petrobras e as outras nove companhias petrolíferas que têm blocos de produção encostados em Abrolhos uma carta em que explica a necessidade de se estabelecer uma área livre da atividade petrolífera no local que abriga o maior e mais exuberante banco de corais do Atlântico Sul.

O Greenpeace busca convencer as empresas de que os limites de proteção para Abrolhos sejam ampliados. Além disso, a proposta da ONG é que seja feita uma moratória de exploração de gás e petróleo por 20 anos na região e estabelecida uma zona de proteção de pelo menos 93 mil Km2, abrangência determinada por estudos científicos para se evite que acidentes de qualquer tipo contaminem a biodiversidade existente.

A moratória de 20 anos proposta pelo Greenpeace afeta os treze blocos de exploração de petróleo atualmente sob concessão. A Petrobras é a empresa com mais operações na região, atuando em sete blocos. Também exploram o local as empresas Shell, a angolana Sonangol, Vale, Perenco, OGX, Repsol Sinopec, Vipetro, Cowan e HRT. Em resposta à ONG, a Petrobras afirma que respeita o limite de proteção de 50 km para exploração no local.

Deixe seu Comentário

Leia Também

POLÍCIA
Homem é preso em MS por estuprar crianças, filmar e divulgar vídeos
EMPREENDEDORISMO
Seleção oferecerá consultoria gratuita para 200 mulheres em MS
MEIO AMBIENTE
Em 15 dias, polícia ambiental capturou 8 cobras em residências de MS
POLÍCIA
Militares rodoviários são presos pelo Bope com dinheiro de propina em MS
GERAL
Campanha de fiscalização vai vistoriar quase dois mil veículos do sistema intermunicipal
BONITO - MS - VANDALISMO NO BALNEÁRIO
Balneário Municipal é alvo de vandalismo e prefeitura registra ocorrência em Bonito (MS)
CIDADES
Uems abre processo seletivo para professores temporários em duas cidades
MEIO AMBIENTE
Em 14h, chuva soma 90 milímetros e nível do Rio Aquidauana sobe
BONITO - MS
Bonito Cross: Fim do horário de verão neste sábado põe atletas em alerta
SAÚDE
Febre amarela: OMS recomenda vacina a visitantes de MS e mais 20 Estados