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Diretor do BC sinaliza novos aumentos da Selic para conter inflação

20 Mai 2011 - 08h35Por Agência Brasil

O governo acha que as medidas macroprudenciais já adotadas para diminuir a demanda por crédito e a elevação da taxa básica de juros (Selic) são suficientes para conter a inflação, que acumula 6,51% nos últimos 12 meses terminados em abril. Mas, se isso não ocorrer, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) poderá prolongar os ajustes na Selic até onde for necessário.

Esse foi o recado que o diretor de Política Econômica do BC, Carlos Hamilton Araújo, transmitiu hoje (19), em Recife, onde anunciou o Boletim Regional de abril, com a evolução dos indicadores econômicos por região. Ele reafirmou a determinação da autoridade monetária, de trazer a inflação para o centro da meta de 4,5% ao ano até o fim de 2012, e admitiu que além do aumento da Selic, “outras medidas poderão ser adotadas”.

Hamilton acredita, contudo, que as medidas adotadas de dezembro de 2010 para cá, com o objetivo de reduzir o ritmo da economia, farão mais efeito no segundo semestre deste ano, uma vez que há uma defasagem considerável entre a tomada de decisão e seu impacto na demanda por consumo e na inflação. Ele ressaltou que o BC já detectou queda acentuada na concessão de crédito a pessoas físicas, no primeiro quadrimestre do ano, o que mostra uma economia em ritmo menos forte que em 2010.

O diretor do BC afirmou que os principais indicadores econômicos apontam “arrefecimento” do ritmo de expansão da demanda e moderação do crescimento da produção. Fatores consistentes, segundo ele, com os efeitos das medidas macroprudenciais, adotadas para reduzir o risco sistêmico do setor financeiro, como o aumento do compulsório bancário, no início de dezembro, que retirou R$ 61 bilhões de circulação, de acordo com cálculos do próprio BC, e contraiu a oferta de crédito. Este, além de escasso, ficou mais caro.

Referindo-se ao Boletim Regional, motivo de seu deslocamento à capital pernambucana, Carlos Hamilton disse que a atividade econômica na Região Norte registrou dinamismo expressivo de janeiro a março; bem mais forte que o desempenho da economia no país como um todo. A economia nordestina, por exemplo, ratifica a tendência de arrefecimento da atividade, com desempenho negativo na indústria, menor expansão das vendas no varejo e a eliminação de empregos formais, disse ele.

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