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Dilma marca reunião com Temer para definir novo nome para o Turismo

14 Set 2011 - 13h00Por Estadão.com

O Planalto ainda não anunciou oficialmente a demissão do ministro Pedro Novais, do Turismo, porque a presidente Dilma Rousseff espera a chegada do vice-presidente Michel Temer a Brasília, na tarde desta quarta-feira, 14, para definir o substituto, que também sairá da cota do PMDB.

Pela manhã, Dilma firmou que ainda não havia se encontrado com Pedro Novais e, portanto, não tinha ouvido as explicações sobre as últimas denúncias. "Primeiro a gente pede as explicações cabíveis. Eu voltei de São Paulo e hoje [quarta] nós vamos encaminhar isso, avaliar a situação e tomar as medidas cabíveis de forma muito tranquila", disse.

Nos bastidores, as várias alas do PMDB já disputam a indicação. Padrinho de Novais, o deputado Henrique Eduardo Alves (RN), líder do PMDB na Câmara, tentará emplacar no Turismo o deputado Marcelo Castro (PMDB-PI). Corre por fora o ex-deputado Geddel Vieira Lima, que é hoje um dos vice-presidentes da Caixa Econômica Federal (CEF) e foi ministro da Integração Nacional no governo Lula. O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), Moreira Franco, também gostaria de mudar de cadeira.

Na noite desta terça-feira, 13, algumas lideranças do PMDB ainda avaliavam que Novais poderia continuar no cargo, esperando pela demissão apenas no rastro da reforma ministerial, preparada por Dilma para o fim deste ano ou janeiro de 2012. Além de tirar nomes herdados do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente vai mexer na equipe porque alguns ministros precisarão deixar o cargo para disputar as eleições municipais – caso de Fernando Haddad (Educação), que deve disputar a prefeitura de São Paulo pelo PT.

Apesar da resistência de alguns peemedebistas, o Planalto já tinha conhecimento das novas denúncias contra Novais na noite desta terça. A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, recebeu a íntegra das repostas que a assessoria do ministro enviou ao jornal Folha de S.Paulo para tentar justificar o uso de verba pública do gabinete parlamentar para pagar aluguel de carros e, como ministro, o uso de um ex-motorista, empregado no gabinete do aliado, para servir à mulher.

Líderes do PMDB diziam que Novais tem uma personalidade “teimosa” e, por isso, estaria disposto a enfrentar as denúncias. Novais chegou cedo nesta quarta ao ministério. Com o PMDB informado sobre todos os detalhes do uso do motorista, o partido decidiu nesta manhã não mais fazer nenhum tipo de pedido junto ao Planalto em favor da manutenção de Novais no cargo.

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