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Brasil - Economia

Com crise na Europa, financiar veículos ficou mais difícil para classe C

12 Dez 2011 - 16h23Por Uol

A crise da europeia já fez a luz amarela acender no Brasil e os consumidores da classe C estão enfrentando dificuldades para ter o financiamento de veículos aprovado.

“Parece que os bancos que financiam veículos iniciaram um processo de redução de exposição neste segmento, principalmente para clientes da nova classe média emergente”, afirma o economista da agência de varejo automotivo M.Santos, Ayrton Fontes.

De acordo com ele, a fragilidade das economias europeias e a desconfiança quanto à solidez dos bancos no velho continente tem feito com que os bancos brasileiros reforcem os critérios para a compra de carros no Brasil.

"Os bancos daqui também estão expostos aos problemas europeus e existe um medo grande de que a crise se repita com a intensidade que aconteceu em 2008", afirma Fontes.

Vendas aquecidas, mas para empresas

De acordo com dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), divulgados na semana passada, o número total de veículos leves comercializados chegou a 305.183 em novembro, o que representa uma alta de 15,7% na comparação com outubro, quando foram vendidos 263.750 veículos.

Entretanto, segundo Fontes, mais de um terço desses veículos foram vendidos para frotistas, locadoras e empresas em geral.

“Os consumidores da nova classe média que mantinham o mercado aquecido estão hoje quase totalmente fora dele. Eles não estão conseguindo crédito como no passado”, afirma o economista.

Segundo sondagem da M.Santos, as concessionárias relataram dificuldades na aprovação de crédito para o financiamento automotivo: a cada dez solicitações, em média apenas duas são aprovadas.

No ano passado e até o primeiro semestre de 2011, a proporção era de sete aprovações para cada 10 pedidos de financiamento.

"Antes, um cliente com renda entre R$ 2.500 até R$ 3.000 conseguia facilmente financiar um carro popular em até 60 vezes sem entrada. Agora, os bancos estão muito mais cautelosos e exigem uma série de comprovações. Eles checam o tempo que você está no trabalho, se tem estabilidade no emprego, se paga aluguel, uma série de outros pontos", diz.

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