Menu
KAGIVA
tera, 23 de outubro de 2018
ITALÍNEA DOURADOS
Busca

Cinco países africanos criam maior área protegida do mundo

19 Ago 2011 - 13h13Por Folha.com

Cinco países da África Austral assinaram nesta quinta-feira (18) em Luanda um tratado criando uma ampla zona protegida, de tamanho correspondente à metade da França, nas bacias dos rios Zambeze e Okavango, que tem por vocação se transformar em um paraíso do ecoturismo.

A área protegida de Okavango-Zambeze, situada entre os territórios de Angola, Botsuana, Namíbia, Zâmbia e Zimbábue, permitirá a ligação entre catorze parques nacionais e reservas naturais entre estes países e incluirá as cataratas Vitória e o delta do Okavango.

"É a maior zona protegida com vocação turística do mundo", afirmaram seus promotores, durante a assinatura do tratato, à margem de uma cúpula da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), em Luanda.

O projeto tem por objetivo a conservação da biodiversidade, o desenvolvimento sustentável das comunidades locais, o estímulo ao ecoturismo e o compartilhamento dos recursos da região.

A região é rica em espécies raras, especialmente leopardos, cães selvagens africanos, rinocerontes e antílopes negros. Também é habitada por cerca de 250 mil elefantes.

Deixe seu Comentário

Leia Também

VEM CHUVA E FRENTE FRIA DO SUL
Frente fria vinda do sul do país promete chuva e alívio no calorão de MS
BONITO - MS - EMPOSSADO
No gabinete, Odilson dá posse ao novo diretor de Cadastro e Tributação em Bonito (MS)
MORTE DURANTE ASSALTO
Jovem é morta na frente das filhas durante assalto
GERAL
Mães que não fazem pré-natal podem ser denunciadas
BONITO - MS
Certificado inclui Bonito no Mapa do Turismo Brasileiro
PESQUISA 2º TURNO - GOVERNADOR
Reinaldo tem 54% em nova pesquisa divulgada nesta segunda-feira 22 de outubro
EMPREGOS
MS tem mais de 2 mil vagas em concursos e salários de até R$ 11 mil
CIDADES
Discussão por xenofobia termina com baiano esfaqueado em MS
CINEMA
Com crítica política, animação brasileira é destaque em festival
GERAL
Para presidente da CBL, falta de leitura favorece notícias falsas