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Centrais sindicais se negam a participar de reunião sobre nova política industrial

29 Jul 2011 - 18h05Por Agência Brasil

Centrais sindicais disseram hoje (29) que não vão participar da reunião de apresentação da nova política industrial. As centrais foram convidadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para conhecer a política industrial algumas horas antes do anúncio oficial, às 11h, na próxima segunda-feira (1º).

Em nota, as centrais alertam o governo sobre a necessidade de medidas duras para conter o avanço dos produtos industriais importados, além do câmbio desfavorável para as exportações e a produção interna. As entidades representativas dos trabalhadores dizem que foram surpreendidas com o convite e que não lhes “parece adequado” serem chamadas junto com os empresários para “apenas para tomar conhecimento [da nova polícia] e aplaudir medidas que desconhecem.”

As organizações também alegam que os produtos brasileiros não estão conseguindo competir com os produtos asiáticos por falta de incentivo do governo brasileiro. “Produtos fabricados na Ásia, principalmente na China, com estímulos fiscais e uso de mão de obra barata, invadem nosso país, sem qualquer política de enfrentamento comercial.”

Os setores que mais estão sofrendo com a competição são o do aço, de calçados, têxteis, confecções, eletrônicos e brinquedos. As centrais lembram ainda que, só no mês passado, 58 mil empregos foram perdidos na indústria brasileira, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Empresários brasileiros da área de calçados, têxteis e até de fabricação de ônibus estão transferindo suas fábricas para a Ásia.

As centrais disseram estão sempre prontas para conversar com o governo e pediram à presidenta Dilma Rousseff que “o diálogo necessário torne-se uma prática constante com as centrais sindicais, especialmente quando se tratar de decisões que afetem o emprego e a sobrevivência da indústria nacional”.

Assinam a nota a Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) e Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST). A Central Única dos Trabalhadores (CUT) confirmou presença na reunião e será representada pelo seu presidente, Artur Henrique. 

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