Menu
segunda, 19 de agosto de 2019
Busca
BONITO AGUAS DE BONITO

Campanha da Fraternidade quer debate sobre mudanças climáticas

9 Mar 2011 - 14h26Por Agência Brasil

A Igreja quer mobilizar fiéis sobre os impactos das mudanças climáticas e estimular ações práticas para preservar o meio ambiente. Com o tema Fraternidade e a Vida no Planeta, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou hoje (9) a 48ª Campanha da Fraternidade, que pretende alertar os católicos para a gravidade das consequências do aquecimento do planeta.

No texto-base da campanha, a CNBB expõe as principais conclusões da ciência sobre as mudanças climáticas e a participação humana no problema, faz críticas ao modelo energético que ainda privilegia fontes fósseis – grandes emissoras de gases de efeito estufa, ao desmatamento e até ao agronegócio.

Segundo o secretário-geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, a ideia é aproximar o debate sobre mudanças climáticas das pessoas e estimular mudança de hábitos e políticas públicas que ajudem a preservar a  vida e o planeta.

“Pergunta-se o que o cidadão comum pode fazer. As enchentes em São Paulo e em outros capitais, por exemplo, poderiam ser minimizadas se não houvesse uma massa de detritos jogados nos rios”, citou dom Dimas.

Entre as ações práticas sugeridas pela campanha estão a redução do uso de sacolas plásticas, o uso de energias renováveis e mudanças de hábitos de consumo. “As campanhas da Fraternidade são caracterizadas pela capilaridade, chegamos ao ribeirinhos da Amazônia e aos grandes condomínios. Isso contribui para o alcance da reflexão.”

Durante a apresentação da campanha, o secretário-geral da CNBB criticou a falta de investimentos em fontes alternativas de energia, como a eólica e a solar, o risco de aprovação de mudanças no Código Florestal sem considerar a opinião de movimentos ligados à terra e a construção de grandes projetos de infraestrutura sem garantia de contrapartidas sociais.

Dom Dimas reiterou críticas da CNBB a algumas das propostas de mudanças no Código Florestal previstas no relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), como a possibilidade de anistia para desmatadores e a redução de limites de áreas de preservação. “Nossa preocupação é que o código não seja votado de forma apressada porque as consequências serão duradouras.”

Deixe seu Comentário

Leia Também

BONITO - MS - SAÚDE
Confira as unidades de Saúde que não abrem nesta 3ª e 4ª em Bonito (MS)
AGORA DEU MEDO
Velório é interrompido após morto 'apertar' mão da esposa
TRAGÉDIA NAS ESTRADAS
Jovem caminhoneira morre em acidente e comove colegas de toda a região
Fatalidade
Homem bate carro em poste e morre; três ficam feridos
A CULPA NÃO É DA VÍTIMA
Mulher estuprada por dois homens em matagal
Achado de cadáver
Ossada de rapaz desaparecido há um ano é encontrada em MS
DESOBEDIÊNCIA
‘Tenho amizades políticas e posso ferrar vocês’: homem ameaça polícia e vai preso em Bonito
Confusão
Criança de 1 ano leva chute de mãe durante briga de casal em Bonito (MS)
Capotamento
Homem capota carro e morre em avenida de MS
CALOR
Segunda-feira promete ser quente em Bonito (MS); máxima deve ser de 31°C