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Bovespa sobe mais de 3% á espera de comunicado do Banco Central dos EUA

9 Ago 2011 - 12h15Por Folha.com

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) mantém a valorização desde o início do pregão nesta terça-feira, após registrar, na véspera, a pior queda desde a crise de 2008.

Muitos investidores aproveitaram para ir às compras nesta terça, com os preços das ações bastante em baixa. Mais tarde, porém, às 15h15 (de Brasília), o Fed (Federal Reserve, o Banco Central dos EUA) divulgará um comunicado após reunião do Comitê de Política Monetária, o que pode levar os mercados a novas quedas.

Às 13h30, o Ibovespa, principal termômetro dos negócios da Bolsa paulista, tinha valorização de 3,97%, aos 50.600 pontos. Ontem, o índice teve a pior queda (8,08%) desde outubro de 2008.

Nos Estados Unidos, o Dow Jones operava em alta de 1,94% no mesmo horário.

O dólar comercial é negociado por R$ 1,628, em alta de 1,11%. A taxa de risco-país marca 201 pontos, com redução de 2,89% ante a pontuação anterior.

"As pessoas estão esperando que o Fed esteja trabalhando em um plano que sairá mais tarde hoje, e isso, junto com a forte queda de ontem, é o motivo da alta de hoje", afirmou Jeff Duncan, presidente da Duncan Financial Management, à Reuters.

Os diretores do Fed iniciaram a reunião nesta terça de manhã, e embora não haja expectativa de que o Banco Central lance um novo programa para estimular o preço dos ativos, uma nova onda de venda de ações pode emergir caso não haja indicação de que a ajuda está a caminho.

As três principais Bolsas europeias operaram em direções distintas hoje. Em Londres, o índice Financial Times fechou com variação positiva de 1,89%, enquanto em Paris, a alta foi de 1,63%. Já em Frankfurt, o DAX apontou queda de 0,10%.

Na Ásia, os investidores amenizaram as perdas no fim das negociações, mas os dois principais índices acionários fecharam em baixa. O Nikkei, no Japão, perdeu 1,68% e atingiu 8.944 pontos. Já o Hang Seng, de Hong Kong, encerrou o pregão com baixa de 5,66%, para 19.330 pontos.

SEGUNDA-FEIRA

Ontem (8), as Bolsas norte-americanas desabaram com o agravamento dos temores de recessão, na primeira sessão após o rebaixamento da nota da dívida dos EUA pela agência de classificação de risco Standard & Poor's.

O forte volume de vendas resultou no pior dia do S&P 500 desde dezembro de 2008, e todas as ações dos componentes do índice encerraram a sessão em território negativo.

O índice Dow Jones, referência da Bolsa de Nova York, recuou 5,55%, para 10.809 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq caiu 6,9%, para 2.357 pontos. O índice Standard & Poor's 500 teve desvalorização de 6,66%, para 1.119 pontos.

Em discurso ontem (8), o presidente Barack Obama afirmou que, apesar da redução da nota americana, os mercados ainda acreditam no crédito americano e que os EUA continuam um país seguro para os investidores.

"Não importa o que uma agência pode dizer, nós sempre fomos e sempre seremos uma nação AAA. Apesar de todas as crises que passamos, temos as melhoras universidades, as melhores empresas, e os mais inventivos empreendedores", disse.

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