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Atividade da construção civil tem em fevereiro segunda queda consecutiva

25 Mar 2011 - 16h31Por Agência Brasil

As chuvas e a mudança de governo reduziram o ritmo da construção civil, que registrou queda na atividade pela segunda vez consecutiva em 2011, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os números estão na Sondagem da Construção Civil, divulgada hoje (25) pela entidade. Em fevereiro, a evolução da atividade do setor registrou 49 pontos. O índice varia de 0 a 100 e, para a CNI, valores abaixo de 50 representam queda. Em janeiro, a mesma sondagem apresentou 47,2 pontos ante os 51 pontos de dezembro. Em fevereiro de 2010, o nível de atividade foi de 53,2 pontos.

De acordo com a CNI, fevereiro é um período de chuvas, o que termina desacelerando o ritmo das obras. O outro fator, informou a confederação, é que o no início de cada governo diminui a contratação de novas obras.

Embora a atividade do setor tenha ficado em níveis normalmente observados para meses de fevereiro, o indicador da atividade efetiva em relação à usual (50,1) pela primeira vez não se situou nos patamares registrados desde o início da série em dezembro de 2009. Em janeiro de 2011, ficou em 51,6 pontos e, em fevereiro de 2010, chegou a registrar 55,6 pontos.

Em relação ao número de empregados, houve uma leve variação em fevereiro em comparação a janeiro, com o índice passando de 49,5 para 51,2 pontos.

Sobre os próximos seis meses, o otimismo dos empresários do setor sobre o nível de atividade registrou todos os índices acima dos 50 pontos. Em março, o nível de atividade do setor ficou em 61,1 pontos ante os 63 de fevereiro e os 67,3 de março de 2010. O otimismo foi mantido também quando se trata de novos empreendimentos e serviços, que atingiram 61,1 pontos ante os 61,4 de fevereiro e os 67,4 de março de 2010.

A compra de insumos e matérias-primas também apresentou resultado acima de 50 pontos (60,2). Em fevereiro, o índice chegou a 61,5 e em março de 2010, a 66,4 pontos. Os empresários também demonstraram, na sondagem da CNI, que pretendem contratar mais nos próximos seis meses. O indicador de expectativa de novas contratações variou de 61,3 pontos em fevereiro para 61,5 pontos em março.

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